10 maneiras inteligentes para líderes de TI modernizarem as operações em 2026

Smart Ways IT Leaders Can Modernize Operations in 2026

February 11, 2026

Tyler York

Senior Web Content Strategist

As ferramentas que funcionavam para a TI há cinco anos agora estão gerando os problemas que deveriam resolver. Sistemas legados drenam orçamentos, terminais dispersos criam pontos cegos de segurança e equipes distribuídas esperam demais pelo suporte que antes era imediato.

Os líderes de TI que modernizarem as operações em 2026 farão mais do que acompanhar o ritmo e darão às suas empresas uma verdadeira vantagem competitiva. Este guia aborda dez estratégias práticas para transformar a TI de um centro de custos reativo em um impulsionador proativo de produtividade e segurança.

Por que a modernização das operações de TI é tão importante agora

A modernização das operações de TI consiste na atualização de sistemas, ferramentas e processos antigos para tecnologias mais recentes, capazes de atender às demandas corporativas atuais. Para os líderes de TI, o verdadeiro desafio envolve gerenciar um cenário de tecnologia que abrange agora milhares de terminais, vários ambientes em nuvem e funcionários que trabalham de qualquer lugar.

A abordagem tradicional da gestão de TI partia do princípio de que os funcionários trabalhavam em escritórios, os dispositivos permaneciam nas redes corporativas e a segurança consistia em criar um perímetro forte em torno da central de dados. Esse cenário deixou de existir há anos, mas muitas equipes de TI ainda dependem de ferramentas desenvolvidas para ele.

Quatro aspectos impulsionam a urgência da modernização:

  • As ameaças à segurança evoluíram: agora, os agressores têm como alvo terminais distribuídos e recursos em nuvem, já que as equipes de TI não têm largura de banda para uma segurança proativa com terminais expandidos do trabalho remoto.
  • Complexidades crescentes:’as equipes continuam adicionando ferramentas de resolução que não funcionam em conjunto, gerando processos fragmentados e gerenciando várias ferramentas para resolver problemas.
  • Os recursos permanecem estáticos: enquanto a complexidade não para de aumentar, os recursos de TI permanecem estáticos, dificultando o acompanhamento e causando o esgotamento dos funcionários.
  • Expectativas crescentes: há uma expectativa de resolver problemas no mesmo ritmo de quando alguém estava no escritório ao lado. No entanto, os usuários estão em casa usando diferentes programas e sistemas operacionais, e os desafios são cada vez maiores.
  1. Adote IA e AIOps e tenha uma infraestrutura mais inteligente

    AIOps (Inteligência Artificial para Operações de TI) usa aprendizado de máquina para antecipar e evitar problemas antes que causem interrupções. Em vez de descobrir um servidor com falha às 3 horas da manhã, a AIOps detecta padrões de memória incomuns dois dias antes e alerta sua equipe de forma proativa.

    Principais recursos:

    • Monitoramento preditivo: a IA reconhece padrões em grandes conjuntos de dados que os humanos não percebem, identificando e antecipando possíveis falhas
    • Encaminhamento inteligente de tickets: um recurso que categoriza, prioriza e encaminha automaticamente os tickets de suporte para o técnico ideal, eliminando a triagem manual
    • Análise automatizada da causa raiz: uma funcionalidade que correlaciona eventos entre plataformas para identificar por que algo falhou em minutos em vez de horas

    Empresas que usam AIOps relatam uma resolução de incidentes de 40 a 60% mais rápida e reduções drásticas de custos de inatividade.

  2. Automatize tarefas rotineiras de TI com hiperautomação

    O recurso de hiperautomação combina RPA, IA e aprendizado de máquina para automatizar processos completos que antes exigiam decisões humanas em vários pontos. O objetivo não é substituir a equipe de TI, e sim liberá-la do trabalho repetitivo para priorizar projetos estratégicos.

    Áreas de automação de alto impacto:

    • Implementação de patches: programe, teste e aplique automaticamente atualizações de segurança em milhares de terminais
    • Portais de autoatendimento: com este recurso, os funcionários podem lidar com redefinições de senha, solicitações de software e permissões de acesso sem tickets
    • Processos de conformidade: aplique políticas de segurança de forma consistente e gere automaticamente documentação de auditoria

    Normalmente, equipes de TI que implementam hiperautomação reduzem em 60 a 70% o volume de tickets de rotina, realocando essa capacidade para iniciativas estratégicas e de inovação.

  3. Implemente a gestão unificada de terminais em todos os dispositivos

    A gestão unificada de terminais (UEM) consolida o gerenciamento de laptops, smartphones, tablets e dispositivos de IoT em uma única plataforma. Sem a UEM, as equipes de TI enfrentam desafios com consoles separados para Windows, Mac, iOS, Android e Linux, gerando pontos cegos e falhas de segurança.

    O que a UEM oferece:

    • Visibilidade centralizada: painel em tempo real que mostra status, postura de conformidade e vulnerabilidades de cada terminal
    • Políticas para várias plataformas: ajuste configurações de segurança apenas uma vez, implementando em todos os tipos de dispositivos ao mesmo tempo
    • Monitoramento proativo da integridade: monitoramento contínuo que identifica problemas antes que os usuários os percebam

    A gestão unificada de terminais orientada por IA da LogMeIn oferece visibilidade e controle completos em todos os tipos de terminais em um único console.

    → Mais detalhes: nosso guia "Do gerenciamento ao impacto" explora como as organizações conseguem reduções de até 80% na infraestrutura tecnológica aproveitando a consolidação estratégica. Baixe o guia completo

  4. Adote uma estrutura de segurança de modelo Zero Trust

    A segurança Zero Trust opera com o modelo de "nunca confie, sempre verifique". A segurança tradicional baseada em perímetro presumia que tudo dentro da rede estava seguro — uma suposição que não funciona quando os funcionários se conectam por redes domésticas, cafeterias e aeroportos.

    Princípios básicos do modelo Zero Trust:

    • Acesso baseado em identidade: as decisões dependem da verificação da identidade do usuário e da integridade do dispositivo, e não da localização da rede
    • Verificação contínua: a autenticação ocorre continuamente à medida que os usuários se movimentam entre os aplicativos, e não apenas uma vez durante a conexão
    • Microssegmentação da rede: segmentos isolados apresentam brechas em vez de permitir o movimento lateral

    A arquitetura Zero Trust é essencial para equipes distribuídas, onde o conceito de "perímetro seguro" não é mais aplicável.

  5. Modernize o suporte remoto de TI e a resolução de problemas

    Ferramentas antigas de suporte remoto apresentam atrito com interfaces complexas, preocupações com a segurança e recursos limitados. Já as soluções modernas são criadas para equipes distribuídas em que funcionários trabalham de qualquer lugar.

    Recursos essenciais de suporte remoto:

    • Acesso sem supervisão: acesso seguro a servidores e estações de trabalho sem a necessidade da presença de alguém — permitindo manutenções fora do horário comercial
    • Suporte a várias sessões: lide com várias sessões de suporte ao mesmo tempo em apenas um console
    • Diagnósticos integrados: visualize informações do sistema, execute scripts e transfira arquivos na sessão remota

    Com o LogMeIn Rescue, os técnicos podem lidar com a solução de problemas complexos com tempos de conexão três vezes mais rápidos com taxas de 80% de resolução na primeira chamada sem as limitações das ferramentas desenvolvidas para acesso remoto ocasional.

  6. Otimize a gestão de nuvem híbrida e de várias nuvens

    Atualmente, a maioria das organizações opera em ambientes híbridos, onde as equipes trabalham remotamente de vários locais. Misturando a infraestrutura local com AWS, Azure, Google Cloud ou todos os três, essa complexidade gera desafios de visibilidade, controle de custos e segurança.

    Principais recursos da gestão de nuvem:

    • Painéis de controle unificados: apenas um console para utilização de recursos, desempenho e custos em todos os ambientes
    • Distribuição automatizada de tarefas: atribua cargas de trabalho no ambiente mais adequado com base em desempenho, custo e conformidade
    • Otimização de custos: identifique recursos subutilizados, dimensione máquinas virtuais corretamente e automatize o desligamento de ambientes de desenvolvimento

    Sem o gerenciamento unificado de nuvem, os gastos podem aumentar rapidamente, enquanto as políticas de segurança permanecem inconsistentes entre os ambientes.

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  7. Ofereça trabalho remoto e híbrido seguro em escala

    A mudança para o trabalho remoto é permanente, mas as VPNs tradicionais não foram desenvolvidas para equipes inteiras que se conectam remotamente diariamente. As equipes de TI precisam de abordagens modernas que ofereçam acesso seguro sem as limitações antigas.

    Infraestrutura moderna de trabalho remoto:

    • Zero Trust Network Acess (ZTNA): acesso granular no nível do aplicativo em vez de conectividade total à rede
    • Integrações de colaboração: suporte de TI integrado ao Slack e ao Microsoft Teams, onde os usuários já trabalham
    • Experiência consistente: a mesma qualidade de suporte e acesso, independentemente de os funcionários estarem trabalhando no escritório, em casa ou em um hotel

    As operações e o conhecimento da LogMeIn, com foco em segurança e controle remoto, ajudam as organizações a superar as limitações de VPNs e dar suporte a equipes realmente distribuídas.

  8. Supere a escassez de talentos em TI com ferramentas intuitivas

    A escassez de habilidades de TI não é temporária, mas as ferramentas modernas ajudam a eliminar esse problema, reduzindo o conhecimento necessário para tarefas complexas. Profissionais em início de carreira podem realizar trabalhos que antes exigiam engenheiros experientes.

    Ferramentas que multiplicam a eficácia da equipe:

    • Interfaces com pouco código: ferramentas visuais de arrastar e soltar reduzem as curvas de aprendizado e possibilitam uma integração mais rápida
    • Assistentes de IA: técnicos virtuais tratam automaticamente redefinições de senha, verificações de status e resolução de problemas básicos
    • Gestão automatizada de conhecimento: os sistemas capturam e apresentam o conhecimento institucional usando tickets de suporte

    As organizações que adotam essas abordagens relatam reduções de até 50% no tempo necessário para que novos profissionais atinjam plena produtividade, enquanto as equipes atuais assumem responsabilidades mais amplas.

  9. Consolide ferramentas de TI para reduzir a complexidade

    A dispersão de ferramentas (o acúmulo de muitas soluções desconectadas) gera ineficiências e falhas de segurança. Cada ferramenta a mais representa um novo processo de conexão, mais uma interface, um novo relacionamento com fornecedor e possíveis vulnerabilidades.

    As equipes de TI enfrentam desafios complexos com a dispersão de ferramentas, incluindo:

    • Várias conexões e interfaces
    • Dados isolados
    • Custos crescentes de licenciamento
    • Manutenção da integração

    Por outro lado, as equipes que consolidaram suas ferramentas aproveitam uma única plataforma unificada, insights interligados, gastos simplificados e conectividade nativa. Dependendo da sua infraestrutura tecnológica, esse processo pode parecer desafiador. No entanto, começar com uma lista de prioridades ajuda a simplificar os esforços e a alcançar os benefícios reais mais rapidamente.

    Prioridades de consolidação:

    • Auditoria para redundância: duas ferramentas que lidam com acesso remoto ou três que fornecem monitoramento de terminais
    • Optar por plataformas em vez de soluções pontuais: gestão integrada de terminais, suporte remoto e segurança
    • Reduzir a complexidade do fornecedor: contratos, compras e coordenação de suporte mais simples

    → Resultados reais: a Telecom Technicians, Inc. (TTI) conseguiu reduzir em 80% sua infraestrutura tecnológica e em 70% os gastos com TI. Confira suas história

  10. De operações de TI reativas para proativas

    A TI proativa antecipa e evita problemas em vez de responder depois de uma ocorrência. Essa postura é a consolidação das nove estratégias anteriores aplicadas aos seus processos.

    Componentes da TI proativa:

    • Resolução preditiva de problemas: o monitoramento contínuo e a detecção de anomalias com assistência de IA identificam problemas antes dos usuários
    • Aprimoramento contínuo: a revisão frequente das métricas e os ciclos de feedback oferecem um refinamento consistente
    • Medição do sucesso: acompanhe o MTTR, os volumes de tickets, a satisfação dos funcionários e a frequência de incidentes de segurança

    Organizações que mudam para operações proativas relatam reduções de 60% a 70% no volume de chamados reativos e melhorias significativas no moral da equipe e na capacidade de atuar de forma mais estratégica.

Roteiro de modernização

A modernização das operações de TI não exige uma grande transformação de uma vez só. Comece com áreas de alto atrito — como o suporte remoto ou a gestão de terminais — para gerar um impulso a partir das primeiras vitórias.

O segredo é escolher ferramentas que trabalhem juntas, em vez de aumentar a complexidade. Uma abordagem de plataforma unificada oferece cada vez mais benefícios com a expansão da modernização.

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  • Estudos de caso: empresas que alcançaram reduções de custo de 60 a 70%
  • Estruturas de governança de IA com automação segura
  • Critérios de avaliação da plataforma para suas necessidades específicas
  • Métricas de sucesso para medir e comunicar o progresso